Tempo de Pentecostes: ontem e hoje

“Recebereis poder ao descer sobre vocês o Espírito Santo e serão minhas testemunhas… até os confins da terra” (Atos 1.8) Introdução: O Pentecostes não é apenas uma festa comum, mas uma data que precisa ser compreendida e celebrada. O que é o pentecostes? 1- Pentecostes no Antigo Testamento No tempo bíblico, Pentecostes era uma festa judaica celebrada cinquenta dias após a Páscoa (Levítico 23.15,16). Originalmente, era uma festa agrícola para agradecer a Deus pela colheita do trigo. Também agradeciam pela entrega das tábuas da lei a Moisés, a Torah. 2- Pentecostes no Novo Testamento O Novo Testamento, relata que no

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RE – Volta Protestante

Atos 2.42-47 Introdução: A Igreja precisa de uma Re – Volta, que é voltar novamente aos seus princípios originais e reformar-se para: 1- Conversão e não religiosidade Atos 2.42,43 “E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. Em cada alma havia temor; e muitos prodígios e sinais eram feitos por intermédio dos apóstolos”. As pessoas estavam na igreja em busca de uma nova vida e não apenas por costume ou religiosidade. A pregação era voltada para a conversão e mudança de vida (Atos 3.19).  A Igreja precisa de uma Re – Volta à

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De Babel ao Pentecostes

Gênesis 11.9 e Atos 2.1-4 Introdução: As línguas citadas na torre de Babel e no dia de Pentecostes nos chamam atenção para o fator comunicação. 1- Na torre de Babel houve CONFUSÃO: Gênesis 11.9 A torre de Babel foi marcada por uma grande confusão de línguas onde um não entendia o seu próximo. Por causa desta confusão sua obra não pode ser concluída. Isso nos ensina que quando não falamos a mesma língua das pessoas não conseguimos comunicar com elas. Deus não age no meio de confusão (1Coríntios 14.33). 2- No dia de Pentecostes houve REVELAÇÃO: Atos 2.1-4 Cerca de

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Duas forças da Igreja

Atos 2.42-47  Introdução: Com a descida do Espírito Santo, a Igreja recebeu o poder (dynamus). Esta energia impeliu os cristãos a servir a Deus.  Podemos comparar esta ação com as duas direções da força: 1- Força centrípeta: v.42-44 Centrípeta é a força que gira puxando para dentro. Na Igreja primitiva havia algo que atraía as pessoas a se unirem. Esta força se manifesta através do amor. Quem estava de fora sentia vontade de estar perto. O acolhimento era uma característica daquela comunidade. 2- Força centrífuga: v.45-47 Centrífuga é a força que gira empurrando para fora. Na Igreja primitiva havia uma

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